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Wednesday, March 15, 2006 2:18 AM


DRA. ZILDA ARNS – UMA MÉDICA PELA PAZ




Médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Organismo de Ação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Nasceu no dia 25 de agosto de 1934, em Forquilhinha, Estado de Santa Catarina, Sul do Brasil. Filha de Gabriel Arns e Helena Steiner Arns. Irmã de Dom Paulo Evaristo Arns, cardeal arcebispo emérito de São Paulo. Viúva (1978), é mãe de cinco filhos
Indicada ao Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho junto à Pastoral da Criança, ela é formada em Medicina, com especialização em Pediatria Social e Educação Física.
Fundadora e Coordenadora Nacional da Pastoral da Criança da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, até a presente data a ação da Igreja tem recebido enorme reconhecimento internacional, prêmios, convites de exposição, etc Em diversos países a sua experiência com a Pastoral da Criança tem sido implantada. No Brasil é considerada a Pastoral da Criança como verdadeira REVOLUÇÃO SOCIO-SANITÁRIO-EDUCACIONAL!
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Wednesday, March 15, 2006 2:29 AM


Arcebispo Sul- Africano Desmond Tutu é o aval mundial da possibilidade de uma verdadeira harmonia inter- racial. Grande experiência na área do ensino, tendo cursado dois cursos superiores, Tutu casou em 1955, tem um filho, Trevor, e três filhas- Teresa, Naomi e Mpho. Em 1976, Tutu atingiu foi consagrado Bispo do Lesotho em um enclave independente dentro da África do Sul. Tutu retornou à África do Sul em 1977, quando discursou durante o funeral do ativista negro Steven Biko, que morreu enquanto detido nas cadeias Sul- Africanas A morte de Biko representou uma mudança radical na carreira de Desmond Tutu, que percebeu que a igreja teria que atuar politicamente para evitar a ocorrência de grandes injustiças e violência na luta contra o "apartheid".Em 1978, aceitou o posto de secretário- geral do Conselho das Igrejas Sul- Africano (SACC), uma organização com apenas 10 anos com uma declarada agenda política. Nessa posição, pediu ao mundo que empreendesse um boicote econômico contra a África do Sul, que foi indispensável para a luta contra o apharteid. Em 1984 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. (O primeiro Sul- Africano negro distinguido com o prémio Nobel da Paz, em 1961, foi Albert Luthuli). Nas eleições nacionais de 1989, Tutu iniciou uma enorme campanha de desafio a nível nacional, participando em marchas para as praias só para brancos, onde juntamente com os seus seguidores e foi expulso à chicotada. Após a derrocada do rgime segregacionista da África do Sul, Em 1995 foi apontado para presidir à Comissão Verdade e Reconciliação da África do Sul, um grupo que investiga os crimes praticados durante a época do "apartheid".

COMENTÁRIO

“Desmond Tutu, da África do Sul. Ele é um bispo. Não só para os anglicanos, mas para os católicos, para os ortodoxos, ele é um bispo. E os padres que ele ordena são padres. Então é tudo a mesma coisa, católico, anglicano, ortodoxo? Não, note bem, Desmond Tutu é um bispo, seus padres são padres. Mas eles estão fora da comunhão católica. São irmãos separados. Mas o bispo Tutu poderia voltar ao seio do catolicismo? Na hora! Ele é um bispo, suas prerrogativas seriam reconhecidas.” (Paulo Avelino)


senhoradapaz.sites.uol.com.br/tutu.htm
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Wednesday, March 15, 2006 7:12 AM
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Wednesday, March 15, 2006 8:26 AM



PELÉ
O atleta do século

Maior jogador de futebol de todos os tempos, rei de todos os estádios, cidadão do mundo e atleta do século. Estas foram algumas das denominações criadas para caracterizar Édson Arantes do Nascimento, o Pelé. Porém, as hipérboles são insuficientes para explicar tal fenômeno da natureza. Com muita propriedade, ele mesmo definiu: "Pelé é coisa de Deus, é difícil explicar, não vai nascer mais".

Predestinado, o filho de Dondinho e Dona Celeste deixou a pequena cidade de Três Corações direto para o estrelato. Um gênio dentro das quatro linhas, Pelé rompeu todos os obstáculos apenas com seu talento, sem fazer muito esforço. O primeiro problema superado foi a reticência da própria mãe, que não queria mais um jogador de futebol dentro de casa além do marido, mas acabou cedendo.

Como tudo na vida do craque, as coisas aconteceram rápido em Santos, clube que recebeu o garoto em suas categorias de base. Irreverente e corajoso, Pelé não precisou de muito tempo para provar o seu talento e assumir um lugar no time titular. Aos 17 anos, o primeiro de seus cinco títulos mundiais. A taça na Suécia marcou o começo da mística da camisa 10, eternizada pelo atleta.

Numa carreira como a de Édson Arantes do Nascimento, talvez a tarefa mais espinhosa seja escolher apenas alguns momentos. Uma mostra de seu talento particular é que Pelé deixou encravado na memória de milhares de torcedores até mesmo os gols que perdeu. O drible no goleiro Mazurkiewicz é um dos lances mais geniais da história. Assim como a tentativa de marcar do meio-campo contra a Tchecoslováquia.

São tantos os recordes conquistados pelo jogador que eles até parecem insignificantes. Seja com a camisa do Santos, do Cosmos ou da seleção brasileira, Pelé rompeu todas as marcas. Sua rara habilidade com a bola nos pés, aliada a um comportamento cordial do lado de fora do gramado, proporcionou diversos prêmios de veículos especializados e honrarias oferecidas por países e cidades.

Pelé viveu dois momentos intensos nos últimos anos. As imagens do encontro entre o Atleta do Século e o ex-jogador Diego Armando Maradona correram o mundo. Ainda lutando para abandonar as drogas e vários quilos mais magro, o argentino recebeu o melhor do mundo em seu programa de televisão em Buenos Aires para uma entrevista inesquecível.

Outro momento emocionante enfrentado pelo eterno camisa 10, talvez o mais complicado de toda uma vida, é o drama de seu filho Edinho. Depois de encher o pai de orgulho ao vestir a camisa 1 do Santos, o ex-goleiro abandonou a carreira e se envolveu com o tráfico de drogas. Pelé foi às lágrimas ao comentar o problema de seu filho, que hoje vive atrás das grades.




PELÉ
O atleta do século

Maior jogador de futebol de todos os tempos, rei de todos os estádios, cidadão do mundo e atleta do século. Estas foram algumas das denominações criadas para caracterizar Édson Arantes do Nascimento, o Pelé. Porém, as hipérboles são insuficientes para explicar tal fenômeno da natureza. Com muita propriedade, ele mesmo definiu: "Pelé é coisa de Deus, é difícil explicar, não vai nascer mais".

Predestinado, o filho de Dondinho e Dona Celeste deixou a pequena cidade de Três Corações direto para o estrelato. Um gênio dentro das quatro linhas, Pelé rompeu todos os obstáculos apenas com seu talento, sem fazer muito esforço. O primeiro problema superado foi a reticência da própria mãe, que não queria mais um jogador de futebol dentro de casa além do marido, mas acabou cedendo.

Como tudo na vida do craque, as coisas aconteceram rápido em Santos, clube que recebeu o garoto em suas categorias de base. Irreverente e corajoso, Pelé não precisou de muito tempo para provar o seu talento e assumir um lugar no time titular. Aos 17 anos, o primeiro de seus cinco títulos mundiais. A taça na Suécia marcou o começo da mística da camisa 10, eternizada pelo atleta.

Numa carreira como a de Édson Arantes do Nascimento, talvez a tarefa mais espinhosa seja escolher apenas alguns momentos. Uma mostra de seu talento particular é que Pelé deixou encravado na memória de milhares de torcedores até mesmo os gols que perdeu. O drible no goleiro Mazurkiewicz é um dos lances mais geniais da história. Assim como a tentativa de marcar do meio-campo contra a Tchecoslováquia.

São tantos os recordes conquistados pelo jogador que eles até parecem insignificantes. Seja com a camisa do Santos, do Cosmos ou da seleção brasileira, Pelé rompeu todas as marcas. Sua rara habilidade com a bola nos pés, aliada a um comportamento cordial do lado de fora do gramado, proporcionou diversos prêmios de veículos especializados e honrarias oferecidas por países e cidades.

Pelé viveu dois momentos intensos nos últimos anos. As imagens do encontro entre o Atleta do Século e o ex-jogador Diego Armando Maradona correram o mundo. Ainda lutando para abandonar as drogas e vários quilos mais magro, o argentino recebeu o melhor do mundo em seu programa de televisão em Buenos Aires para uma entrevista inesquecível.

Outro momento emocionante enfrentado pelo eterno camisa 10, talvez o mais complicado de toda uma vida, é o drama de seu filho Edinho. Depois de encher o pai de orgulho ao vestir a camisa 1 do Santos, o ex-goleiro abandonou a carreira e se envolveu com o tráfico de drogas. Pelé foi às lágrimas ao comentar o problema de seu filho, que hoje vive atrás das grades.

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Tuesday, March 21, 2006 5:47 AM
Cidadania em Ação


A Ação da Cidadania tem como principal eixo de sua atuação a criação de uma grande rede de mobilização formada por comitês locais da sociedade civil organizada. Os comitês locais são unidades básicas fundamentais da Ação da Cidadania formados a partir da decisão consciente e voluntária de cidadãos de se engajarem nessa luta. Essa imensa Rede é formada por cerca de 2000 comitês espalhados por todo o Brasil.



No Estado do Rio de Janeiro existem 828 comitês, que reúnem cerca de 2500 lideranças comunitárias. Os comitês atuam junto à cerca de 42 mil famílias, promovendo ações assistenciais e de mobilização da comunidade na luta pela conquista dos direitos sociais. Esses comitês estão espalhados por 20 municípios, atuando primordialmente em regiões com grande número de miseráveis, de acordo com os índices apontados pelo Mapa do Fim da Fome II (2003), estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas com o apoio da Ação da Cidadania.



Desde o início da formação da Rede de Comitês, houve uma preocupação com a organização de dados que permitissem levantar as ações promovidas pelos comitês, que culminou, no início de 2005, na implantação do Sistema de Informação dos Comitês – SIC. A implantação do SIC permitiu o levantamento das expectativas e demandas dos comitês em relação ao movimento da Ação da Cidadania, clareando as priorizações que deveriam ser dadas às ações junto aos comitês.



Em 2004, foram iniciadas oficinas de capacitação das lideranças comunitárias promovidas com o objetivo de possibilitar um melhor conhecimento a respeito dos direitos e deveres e de como recorrer à justiça na defesa dos seus interesses coletivos e individuais. As oficinas são promovidas em parceria como Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Foram capacitadas, até então, cerca de 125 lideranças comunitárias da Ação da Cidadania.



O amadurecimento dessas atividades, o acúmulo das experiências vividas pelos comitês e a melhor compreensão dos mecanismos de ação e demandas destes culminaram na formatação de uma proposta de mobilização efetiva de reivindicação dos direitos sociais junto às prefeituras – o Cidadania em Ação.



Construído pelo conjunto de comitês, em uma proposta participativa de planejamento, o Cidadania em Ação tem o objetivo de fomentar o exercício da cidadania através da construção de propostas de melhorias sociais e promoção de mobilização popular de reivindicação dessas propostas junto ao poder público municipal.



As propostas de reivindicação a serem construídas serão levadas às 20 prefeituras dos municípios do Rio de Janeiro onde a Ação da Cidadania tem representações.



O Cidadania em Ação tem 2 linhas de atuação: a) Promoção de oficinas de capacitação, que visam fundamentar e fortalecer o Projeto e b) Construção das propostas de melhorias sociais e mobilização popular de reivindicação junto às prefeituras.



A metodologia utilizada nas oficinas busca criar uma relação entre a realidade social vivida pelos participantes e a construção de conceitos relativos à ética no movimento social e ao exercício da cidadania coletiva e ativa. O processo se baseia na participação do cidadão como protagonista e sujeito, desenvolvendo sua capacidade de assumir direitos e responsabilidades como membro consciente de uma comunidade.



A construção das propostas de reivindicação vem sendo feita coletivamente em plenárias regionais. Está sendo incentivada a mobilização das comunidades de atuação dos comitês, no sentido de discutirem a respeito das demandas sociais da comunidade, de modo a contribuir na construção da proposta.



A reivindicação das propostas será feita junto às 20 prefeituras dos municípios onde a Ação da Cidadania tem representações. As deliberações referentes ao ato popular de reivindicação serão construídas nas plenárias onde participam todos os comitês. A mobilização das comunidades de atuação dos comitês será efetuada pelas lideranças comunitárias da Ação da Cidadania, através do levantamento de assinaturas de adesão à reivindicação e da sensibilização do cidadão para a participação no processo de reivindicação.



Espera-se com o desenvolvimento dessas ações contribuir para a autonomia e emancipação do líder comunitário da Ação da Cidadania como protagonista social, favorecendo a construção da consciência crítica e ética do movimento social, do exercício da cidadania coletiva e ativa e da importância da mobilização popular no processo de transformação social.

acaodacidadania.infolink.com.br/templates/acao/novo/publicacao/publicacao.asp?cod_Canal=3&cod_Publ...
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Tuesday, March 28, 2006 5:52 AM
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Thursday, April 06, 2006 10:39 PM
Insituto Ayrton Senna
senna.globo.com/institutoayrtonsenna/

[Modificato da @Nessuna@ 06/04/2006 22.39]

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Saturday, April 22, 2006 12:25 AM
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Tuesday, April 25, 2006 3:59 AM
Human Rights Watch | Os direitos humanos no Brasil e em outros paises
www.hrw.org/portuguese/
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Tuesday, May 09, 2006 7:48 AM
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Tuesday, May 16, 2006 5:09 AM
Bono lanza un teléfono móvil contra el Sida en África


LONDRES (AFP) - El rockero irlandés Bono, cantante del grupo U2, lanzó este lunes en Londres un nuevo proyecto destinado a luchar contra el Sida en África, en asociación con el fabricante estadounidense de teléfonos móviles Motorola y los grandes operadores británicos de telefonía.

Según este proyecto, Motorola se compromete a ceder 10 libras esterlinas (unos 15 euros) del precio de compra de uno de sus últimos modelos de portátiles, especialmente diseñado para esta operación.

Asimismo los operadores de telefonía asociados al proyecto (BT Mobile, Carphone Warehouse, Fresh, O2, Orange, Tesco Mobile, T-Mobile, Virgin Mobile y Vodafone) se comprometieron a ceder el 5% de lo que cobran a los consumidores que escojan ese modelo de teléfono.

La totalidad de los fondos recolectados de esta forma serán girados al Global Fund, una fundación creada en 2002 bajo los auspicios de Naciones Unidas para luchar contra el Sida, la malaria y la tuberculosis en los países en vías de desarrollo.

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Thursday, May 18, 2006 7:08 AM
Reporteros Sin Fronteras presenta su nuevo emblema
17.05.06 @ 16:35:33. Archivado en Libertad de expresión
Juan C. Osta (Periodista Digital).- Reporteros Sin Fronteras cambia de logotipo. La asociación, reconocida como de utilidad pública, que durante más de 18 años ha hecho de la lucha por la libertad de expresión su leit motiv, renueva su emblema.

Según reza la presentación de RSF, "cuando más de un tercio de la población mundial vive en países en los que no existe ninguna libertad de prensa, Reporteros Sin Fronteras actúa a diario para que la información recupere sus derechos."

La labor de informar se está convirtiendo en un acto casi suicida en muchos lugares del planeta. Fue 2005 un año negro para la profesión, ya que decenas de "profesionales de los medios de comunicación perdieron la vida mientras trabajaban para informarnos".

Actualmente, además, más de 130 periodistas se encuentran encarcelados en todo el mundo, "simplemente por haber cumplido con su obligación".

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Tuesday, June 06, 2006 7:10 AM
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Saturday, June 10, 2006 11:34 PM
FUNDACIÓN INTERNACIONAL JOSEP CARRERAS
www.fcarreras.es/
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Friday, July 14, 2006 12:36 AM
Una monja española mantiene una escuela en Albania a base de donaciones
RD

Jueves, 13 de julio 2006

La monja española Benita Prat Aguirre educa a niños pobres y discapacitados en una de las escuelas primarias más modernas de Albania, que acoge a unos 400 alumnos y se construyó con ayuda del Gobierno español y de instituciones religiosas.

La religiosa de la orden católica Compañía de María se ha ganado el cariño de todos sus alumnos, que afectuosamente la llaman "sor Beni", y a quienes instruye sin distinción de su religión, etnia, clase social o sexo.

"La escuela es frecuentada por niños pobres, de familias católicas, musulmanas y ortodoxas, porque no queremos estas separaciones étnicas, que en los Balcanes son muy fuertes", comenta sor Beni.

La escuela está situada en las afueras de Tirana y lleva el nombre de 'Ylber' (Arco Iris), porque en ella hay lugar para todos, al igual que el arco iris abarca distintos colores.

En el colegio no hay clases de religión, sino que a los niños se les instruye sobre los valores humanos y la democracia, y aprenden historia, geografía y arte albanés para que "quieran mucho a su país y no se vayan fuera en busca de una vida digna".

La monja, de 68 años, oriunda de Navarra y que vive en Albania desde 1995, destaca que la misión de la Compañía de María, orden fundada en Francia en 1607 por Juana de Lestonnac, es la educación y la emancipación de la sociedad y que ella desea realizar esas tareas en este país balcánico, uno de los más pobres de Europa.

"Mientras este pueblo (albanés) se está rehaciendo económicamente, le hace falta la educación, que es cuestión de generaciones", señala sor Beni. Además, destaca que 'Ylber' "no es una escuela católica, pero es una escuela que la quiere Dios, porque nos llueven las ayudas".

El nuevo edificio de la escuela fue inaugurado en septiembre pasado, tiene tres plantas y está situado sobre un terreno de 11.000 metros cuadrados.

En su edificación fueron invertidos unos dos millones de euros, de los que más de la mitad fueron donados por el Gobierno de Navarra, la Agencia Española de Cooperación Internacional (AECI) y la Generalitat Valenciana.

La monja recuerda que cuando apenas había comenzado la construcción de la nueva escuela, un sueño de hace ocho años, las obras quedaron paralizadas porque supuestos propietarios del terreno demandaron su devolución.

"Entramos en 26 juicios, con el desgaste psicológico, económico, moral... y, por lo demás, todo se complicaba siendo extranjeras, mujeres y monjas", relata sor Beni y destaca que sin la ayuda del Gobierno español, de la comunidad católica en Albania y de los familiares de los propios alumnos, el proyecto no habría salido adelante.

El antiguo régimen comunista confiscó las propiedades privadas de los albaneses y en los últimos 15 años de transición democrática la situación se ha vuelto caótica porque la gente reclama la devolución de propiedades que jamás fueron suyas.

Generosidad de la gente

Sor Benita recuerda que inició su trabajo educador en Albania hace una década en un pequeño jardín de infancia establecido en su residencia y que más tarde convirtió una casa privada en escuela primaria para 35 alumnos.

El nuevo colegio, diseñado por un arquitecto italiano, tiene 400 alumnos de entre 6 y 14 años de edad, y unos veinte profesores, la mayoría de ellos albaneses.

"Las demandas son enormes, 4 ó 5 veces mayores que el número actual, pero no podemos admitir más alumnos por falta de fondos y la pérdida de la calidad", dice la religiosa.

La escuela funciona gracias a la generosidad de la gente, destaca la monja y agradece particularmente la ayuda de sus antiguas alumnas de Valladolid, donde enseñó durante 22 años.

"No hemos recibido ninguna ayuda del Estado albanés y la contribución de los padres de los niños es escasa ya que en su mayoría son gente pobre", afirma.

La monja tiene previsto viajar esta semana a España para intentar recaudar fondos para sus futuros proyectos: la construcción del gimnasio, el comedor y los campos de deportes.
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Friday, July 28, 2006 12:17 AM
José Carreras: "se canta con el alma"
news.bbc.co.uk/hi/spanish/misc/newsid_4755000/4755007.stm
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Friday, July 28, 2006 12:20 AM
Criança Esperança
criancaesperanca.globo.com/
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Wednesday, August 02, 2006 4:41 AM
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Monday, August 14, 2006 3:41 AM
AYUDA A LA IGLESIA NECESITADA
www.ain-es.org/portada.htm
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Wednesday, August 23, 2006 7:28 PM
Amnistia Intenacional
www.es.amnesty.org/
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Monday, September 04, 2006 9:30 PM
Manos Unidas de Valencia emprende formación de campesinas pobres en Nicaragua

MADRID, 03 Sep. 06 (ACI).- La fundación católica Manos Unidas de Valencia ha iniciado un proyecto de promoción social en Nicaragua para la capacitación y formación de 160 mujeres campesinas sin recursos, en su mayoría madres solteras y analfabetas.

Fuentes de la institución indicaron a la agencia AVAN que el proyecto se realizará en la región de Chinandega, en la parte occidental del país, cuya población registra un índice de analfabetismo del 50 por ciento y carece de atención sanitaria y de viviendas seguras. Asimismo explicaron que la mitad de sus habitantes son madres jóvenes que son también cabezas de familia, ya que la mayoría son solteras, con 6 a 8 hijos bajo su responsabilidad.

Los fondos solicitados a Manos Unidas de Valencia por la fundación Red de Mujeres por la Vida de Chinandega serán destinados a la adquisición de equipos y materiales para la formación de las mujeres del país en agricultura ecológica y alimentación así como en la actividad productiva.

Igualmente, las alumnas recibirán formación para el "adecuado aprovechamiento de los recursos naturales, en la elaboración y uso de abonos e insecticidas y en el manejo de huertos familiares y elaboración de alimentos ricos en vitaminas", añadieron las mismas fuentes. Asimismo, el proyecto incluye la puesta en marcha de huertos familiares destinados al consumo y a la comercialización de frutas y verduras.
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Friday, September 08, 2006 5:37 AM
Cáritas constrói contra o tempo casas temporárias em Java antes das chuvas


CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 7 de setembro de 2006 (ZENIT.org).- A rede Cáritas em Java (Indonésia) está trabalhando contra o tempo para acelerar seu plano de construção de albergues temporários para os danificados do terremoto do mês de maio e o tsunami de julho passado, antes da chegada da temporada de chuvas, que começa em outubro.

Até hoje, Cáritas completou a construção de 345 albergues temporais e 317 moradias semipermanentes nas localidades de Bantul, Sleman e Klaten. Nestes momentos, estão em fase de execução um programa de construção de 300 casas de acolhida provisional, 3.000 albergues temporários e 105 refúgios semipermanentes, que se calcula que poderão ser entregues aos danificados no início de outubro.

Além destes programas de construção de casas, a rede Cáritas está dando a máxima prioridade à reconstrução na ilha indonésia de Java dos centros escolares e jardins de infância que foram danificados por ambas catástrofes.

Calcula-se que cerca de 40 por cento dos danificados pelo terremoto e pelo último tsunami continuam vivendo em condições muito precárias, que se verão notavelmente pioradas se não contarem com um teto seguro antes da chegada das chuvas. Por esta razão, Caritas está revisando seus planos de reabilitação de casas e de construção de albergues temporários para poder proporcionar refúgio ao maior número de pessoas antes do próximo mês de outubro.
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Friday, September 08, 2006 11:14 PM
Se vocês puderem ajudar está instituição, por favor não deixem de fazê-lo
www.abbr.org.br/abbr.htm
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Monday, September 18, 2006 6:19 AM
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Wednesday, September 20, 2006 6:59 PM
Alarme de «Cáritas»: apesar do acordo de paz, população de Darfur (Sudão) continua em cheque

Ausência de segurança nos campos de refugiados

EL DAEIN, terça-feira, 19 de setembro de 2006 (ZENIT.org).- Já passarma quatro meses desde a firma de um acordo de paz, mas a segurança na região ocidental sudanesa de Darfur é inexistente, denuncia «Cáritas Internationalis» (CI) dando voz a numerosíssimos civis envolvidos na pior catástrofe humanitária do planeta.

A confederação mundial de organizações católicas de ajuda difundiu na quarta-feira passada um comunicado elaborado in situ.

Em El Neem, um campo para desabrigados internos, nos arredores de El Daein (ao leste de Darfur), as mulheres que buscam refúgio alertam que não estão seguras, denuncia CI.

De acordo com a organização, antes da firma do Acordo de Paz de Darfur -- em 5 de maio --, a zona de El Daein estava dividida em duas pela via férrea: o SLA (um dos movimentos rebeldes) controlava o norte, e o governo do Sudão o sul.

Os ataques de milícias armadas forçaram milhares de civis a abandonarem seus povoados e a buscar refúgio nos campos próximos a El Daein.

Desde a firma do citado acordo, a luta entre o SLA e o governo cessou, mas são agora os próprios rebeldes do SLA os que lutam entre si, constatam observadores de CI no terreno.

O conflito na região sudanesa de Darfur estourou em fevereiro de 2003: acusando o governo sudanês de abandonar esta região (de população majoritariamente negra e animista) e de financiar as milícias «janjaweed» -- «diabos a cavalo»: semeiam morte e destruição entre os civis --, dois grupos rebeldes de autodefesa populares -- o «Movimento para a Justiça e a Igualdade» (JEM) e o «Exército -- Movimento de Libertação do Sudão» (SLA – M) -- se levantaram em armas contra Cartum.

O balanço deste choque -- fortemente reprimido pelo exército e sobretudo pelos «janjaweed» -- se estima entre 180 mil e 300 mil mortos, além de um número superior aos 2,5 milhões de prófugos -- expostos pelo geral a epidemias e à má nutrição.

Em 5 de maio, o dicastério missionário, através de seu órgão informativo «Fides», se fez eco da firma de um acordo de paz -- apresentado por mediadores internacionais -- entre o governo de Cartum e uma facção majoritária do principal grupo rebelde de Darfur, o SLA («Exército de Libertação do Sudão»).

Apontou que o acordo tornava menos determinante a rejeição a firmá-lo por parte do grupo rebelde, o JEM, e da ala minoritária do SLA contrária a tal pacto.

O recente comunicado do CI recolhe o testemunho de um refugiado do campo de El Neem: «Antes do acordo de paz, tínhamos proteção do SLA, mas agora já não há proteção. O SLA ainda está fora do campo, mas lutam entre si porque alguns firmaram o acordo e outros o rejeitaram».

Muitos homens deixaram El Neem para trabalhar suas terras em seus povos, nesta estação de chuvas. Lamentam não poder abandonar permanentemente o campo com suas famílias pela continuação do conflito.

«Ficamos nos campos para proteger-nos -- aponta o xeique Abdul. Por enquanto, o SLA está no terreno, o governo está ainda lá, as milícias estão lá, e as armas continuam lá.»

«Action by Churches Together International» (ACT) e «Cáritas Internationalis» (CI) trabalham em uma resposta conjunta à crise de Darfur.

O campo de El Neem -- onde ACT - Caritas opera com associados locais para dar à população água, alimento e educação -- não é seguro, alerta CI.

«Se saímos do campo para recolher lenha, podemos ser atacados. E recentemente uns homens armados até entraram ao campo para roubar», lamenta uma refugiada.

O aludido acordo de paz inclui medidas de desarme, mas isso não se verificou ainda, nem está claro em que condições pode se fazer cumprir, assinala CI.

De acordo com a confederação católica de ajuda, há civis para os que o trauma é tal que não querem abandonar a precária segurança destes campos.

Na segunda-feira passada, «Fides» aludiu à possibilidade de que -- como deixou entrever um conselheiro do presidente sudanês Omar Hassan o Beshir -- o Sudão aceite a extensão da missão de paz da União Africana em Darfur. O mandato de seus soldados, que foram incapazes de deter os massacres, conclui em 30 de setembro.

Daí que o Conselho de Segurança da ONU decidisse o envio de uma força de paz em substituição da força da UA, mas o governo de Cartum se opôs a isso por enquanto. Os signatários do SLA do acordo de paz de maio se mostraram favoráveis ao envio de uma missão das Nações Unidas.

No final de agosto, o pessoal do Serviço Jesuíta para os Refugiados, que trabalha no norte de Darfur, advertiu em um informe -- do qual «Fides» também se fez eco -- de uma piora das condições de segurança na região, em especial na zona de Mellit.

O Sudão tem cerca de 33 milhões de habitantes, repartidos em 572 tribos; 82% da população vive sob o limiar da pobreza. As condições de vida no sul e em Darfur são as piores do país.
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Tuesday, October 10, 2006 6:19 AM
Las huellas de Damián
Congo: en el mundo de los olvidados


Religiosas ss.cc. atienden a mujeres y jóvenes en Kinshasa (R.D. Congo), a pesar de la difícil situación social que se ha agravado tras las pasadas elecciones de finales de julio.



Las cuatro religiosas ss.cc de la comunidad de Nzo ya Ngemba ( “casa de la paz”), situada en el barrio de Kimbanseke-Mutu kutina Be a las afueras de Kinshasa, comparten su vida y su experiencia de Dios a través de dos obras: el Colegio Padre Damián y el Centro Henriette Aymer.

El Centro Henriette Aymer acoge tres dias por semana a 200 mamás, que llegan fielmente para aprender a leer y a escribir. Un grupo también aprende a coser y el fruto de su trabajo sirve para la compra del material.

El Colegio Padre Damián, a pesar de las múltiples dificultades vividas últimamente en el Congo, continúa luchando por ofrecer una enseñanza de calidad a los jóvenes que, acabados sus estudios primarios, llegan apenas sabiendo leer y escribir.

Religiosos, religiosas y laicos sostienen estas obras como respuesta significativa a favor de los grupos más vulnerables: jóvenes y mujeres. Este trabajo lo realizan en una situación social y humana difíciles. El país entero sufre por la falta de fuentes de trabajo.
Los habitantes de este sector son familias que vienen del interior del país buscando mejorar su condición de vida. En la ciudad los alquileres son muy altos y por esto se ubican en estos barrios periféricos. Sin transporte y sin trabajo están obligados a bajar la montaña a pie cada día para dedicarse al comercio informal en la ciudad y así ganarse el pan de cada día.

Es necesaria la creatividad para ayudarles a comprender, amar y buscar su propio desarrollo personal.

Todo este trabajo lo realizan las religiosas ss.cc. siendo fieles a su carisma de entregarse a los más pobres haciendo visibles la misericordia y la ternura de Dios.
Éste es el mundo, estas son las preocupaciones diarias de unas religiosas que comparten su vida, su tiempo y sus fuerzas en un rincón olvidado del mundo de los olvidados. •



Autor: Norma Naula y Manuel García
21 rs
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Monday, October 16, 2006 2:14 AM
Bengalês que criou microcrédito ganha Prêmio Nobel da Paz
Folha Online

O economista bengalês Muhammad Yunus e o banco Grameen Bank, fundado por ele, ganharam o Prêmio Nobel da Paz 2006 por seu esforço para retirar milhões da pobreza, que lhe rendeu o apelido de "banqueiro dos pobres", anunciou o Comitê Norueguês do Nobel, em Oslo.

Yunus, 66, estabeleceu, em 1976, um novo tipo de sistema bancário voltado para atender aos necessitados, particularmente mulheres, em seu país natal, Bangladesh, permitindo que os bengaleses iniciem pequenos negócios com maior facilidade. Com a iniciativa, ele foi o pioneiro de um modelo exaustivamente copiado por mais de cem países, dos Estados Unidos a Uganda.


"É uma grande alegria para mim e para meu país", disse Yunus em sua casa em Dhaka. "Agora, a guerra contra a pobreza atravessou o mundo e consolidará o combate à questão por meio do microcrédito em muitos países. Não deveria haver pobreza, em lugar nenhum", afirmou.

Segundo o Comitê, a eliminação da pobreza é "um passo para a paz e democracia". "Uma paz duradoura não pode ser alcançada se a população não encontrar maneiras de sair da pobreza. O desenvolvimento econômico contribui para a democracia e os direitos humanos", diz o Comitê.

"A erradicação da pobreza traz a paz real", disse Yunus, que pretende estar presente na cerimônia de entrega do prêmio, que acontece em dezembro em Oslo.

Fome

Em 1974, ao retornar de um período de estudos nos Estados Unidos, Yunus ficou chocado com a fome em Bangladesh e passou a visitar as vilas pobres para tentar achar uma solução.

Em suas visitas, ele percebeu que muitas mulheres de vilarejos pobres tinham altas dívidas com agiotas e decidiu tentar persuadir o banco local a dar crédito regular aos moradores locais.

Yunus enfrentou resistência dos dirigentes do banco, que argumentavam que não haveria garantia de que os beneficiados pobres conseguissem pagar suas dívidas..

Em 1976, ele fundou seu próprio banco. Desde então, mais de US$ 5,7 bilhões foram emprestados pelo sistema de microcrédito em Bangladesh, dos quais US$ 5 bilhões foram pagos.

Mais de 6,6 milhões de pessoas foram beneficiadas --96% delas mulheres.

Prêmio

Criado em 1901, o Prêmio Nobel da Paz passou a incluir, com o passar dos anos, os direitos humanos e o meio-ambiente.

Em 2004, foi concedido ao ambientalista Wangari Maathai, do Quênia, por uma campanha de reflorestamento na África. No ano passado, o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica, o egípcio Mohamed ElBaradei, foi o contemplado.

No entanto, nem todos apreciaram a escolha. "O prêmio deveria ser voltado para a paz, ou para o encorajamento na manutenção da paz, como aconteceu no meu caso", afirmou Lech Walesa, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1983.

"Talvez o nome do prêmio deve ser mudado para contemplar aqueles que trabalham para eliminar diferenças econômicas", acrescentou.

O Nobel da Paz é dotado de 1,1 milhões de euros e, assim como o restante dos prêmios, será entregue em 10 de dezembro, aniversário da morte de Alfred Nobel.
@Nessuna@
Thursday, October 26, 2006 1:29 AM


Fundação Gates doará US$ 23 milhões para combater aids na Índia
Redação FC

A Fundação Bill e Melinda Gates anunciou hoje que doará US$ 23 milhões para criar um centro especializado de apoio à população indiana com alto risco de contrair o vírus da aids, segundo a agência indiana "PTI".

A fundação do casal Gates assinará um acordo com a Organização Nacional para o Controle da Aids (Naco, sigla em inglês).

O secretário de Estado para a Saúde da Índia, P.K. Hota, afirmou que o anúncio "chega em um momento crítico, devido à trajetória da epidemia" e que é preciso "aumentar os esforços na prevenção".

Tadaka Yamada, presidente do programa de saúde da Fundação Gates, anunciou que os US$ 23 milhões serão investidos nos próximos três anos. "Estamos orgulhosos de sermos parceiros do Governo da Índia neste assunto", disse Yamada.

O diretor-geral do Naco, Sujatha Rao, afirmou que a população indiana afetada tem medo de revelar que tem a doença, o que dificulta o trabalho das autoridades de saúde.

O Governo indiano oferece tratamento com anti-retrovirais para 45 mil pessoas e pretende aumentar este número para 100 mil.

Os estados indianos com maior incidência de aids são Andhra Pradesh, Karnataka, Maharashtra e Tamil Nadu, na metade sul do país; e Manipur e Nagaland, no leste.

Fonte: Terra




@Nessuna@
Saturday, November 18, 2006 8:36 PM
Lições de um Jubileu
D. Demétrio Valentini

Foi muito intenso o Congresso realizado pela Cáritas Brasileira, em Aracaju, culminando a celebração do seu jubileu de ouro no dia 12 de novembro, data de sua fundação em 1956. Os 433 participantes se sentiram identificados com as três etapas do Congresso: a celebração do passado, a análise do presente, e os desafios do futuro.

A “Carta do Congresso” tentou sintetizar sua riqueza, que servirá agora como ponto de partida para os rumos da Cáritas daqui para frente. Entre tantas constatações valiosas, emergiram duas, que me permito destacar.

A primeira, decorrente da leitura histórica destes últimos 50 anos, marcados por profundas transformações acontecidas no mundo e na Igreja. Sem a consciência destas transformações, não se entende o momento atual, e podemos nos equivocar nos objetivos e estratégias.

A segunda, decorrente da natureza da Cáritas, que a coloca numa tensão fecunda entre a Igreja e o mundo, mas que encontra no Evangelho de Jesus sua referência mais consistente e fundamental.

A análise histórica nos alerta para a grande diferença de perspectivas, se comparamos o momento atual, com os tempos da fundação da Cáritas. Ela surgiu num momento de fácil otimismo, no contexto do pós-guerra, na esperança de paz mundial, como decorrência do desenvolvimento, que se sonhava indefinido, para todos os países, possibilitando a inclusão de todos no bem estar que dele iria derivar.

Esta era a utopia dos tempos da fundação da Cáritas, numa época em que surgiram diversas outras instituições, como a CNBB e o CELAM, e a própria ONU e outros organismos mundiais.

Neste contexto de esperança se realizou o Concílio Vaticano Segundo, na década de sessenta, e se publicou a encíclica Populorum Progressio, em 1967.

Mas, não tardaram a aparecer os sintomas de crise, mostrando uma realidade mais complexa e difícil. Nos anos setenta a crise do petróleo, nos anos oitenta a crise da dívida, e depois a crise do socialismo histórico e o desmoronamento da União Soviética.

Isto escancarou as portas para o advento impetuoso do neoliberalismo, parecendo chegar com a solução definitiva, encarnada na crença da eficácia do mercado para realizar, se não o bem estar coletivo, ao menos a fartura dos que teriam a graça de participar dos benefícios do novo surto de progresso possibilitado pelas tecnologias, colocadas a serviço de quem abria o mercado para acolhê-las. Para isto, era estratégico desregular os controles do comércio, flexibilizar as leis trabalhistas, desistir do “Estado de bem estar social”, propondo ao contrário um “Estado Mínimo”. Uma felicidade para quem quisesse apostar na nova utopia.

Pois bem, a história foi rápida em mostrar a falácia desta ilusão. Não tardaram a aparecer os impasses que hoje nos angustiam: o desequilibro ecológico, o aumento da exclusão, o crescimento da violência, a perda de valores éticos, a crise de identidade.

O Congresso nos ajudou a perceber melhor as ondas do momento, para seguir com mais lucidez a correnteza profunda da história. Emergiu com clareza a missão da Cáritas: quanto mais se propala o individualismo, mais é urgente propor a solidariedade.

Outro foco luminoso do Congresso derivou da reflexão sobre a natureza da Cáritas. É organismo da CNBB, e como tal se sente em comunhão com a Igreja. Está inserida na sociedade, onde tem direito de cidadania como entidade promotora de ações solidárias, em parceria com pastorais, movimentos sociais e instâncias do Governo. Mas sobretudo a Cáritas, até por seu próprio nome, se sente motivada pelo testemunho de amor de Jesus, concretizado em sua prática libertadora, que serve de referência primeira e indispensável aos agentes da Cáritas. Assim fazendo, prestam um bom serviço à Igreja, estimulando-a a vivenciar o Evangelho de Cristo, e agindo na sociedade com a força do seu fermento.

Valeu este Congresso do Jubileu de ouro da Cáritas Brasileira!

Dom Demétrio Valentini é bispo de Jales (SP) e presidente da Cáritas Brasileira





@Nessuna@
Monday, November 20, 2006 7:32 AM
Darfur, entrevista com o Presidente do Conselho Internacionsal do " Médicos Sem Fronteiras"
www.meaminimaculpa.com/?url=vc_sabia_view&id=44
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